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sexta-feira, 25 de março de 2016

O CAMINHO PARA A CRUZ

O Caminho Para a Cruz

Mark Johnson
Você já foi tentado a duvidar do amor de Deus por você? Talvez você tenha perdido uma pessoa amada, ouvido más notícias de um médico, ou tido que enfrentar novamente uma tentação perturbadora. “Deus”, você lamenta, “se Tu me amas de fato, como podes permitir que isto aconteça comigo?”.
Em todos esses momentos, na verdade, o fato de quanto Deus nos ama é que pode nos impedir de desesperarmos. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Meditar sobre os sofrimentos de Cristo pode realmente nos ajudar a “Conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (Ef 3.19) e é uma maneira absolutamente prática de nos equiparmos para confiar nEle, aconteça o que acontecer.
Desde o século IV d.C. alguns cristãos têm encontrado consolação em caminhar pela Via Dolorosa, a saber, o “caminho do sofrimento”, ou “o caminho doloroso”, para se lembrarem da jornada de Jesus até a cruz. Essa rota de 700 metros de comprimento segue pela Cidade Velha de Jerusalém, desde a Fortaleza Antônia, perto do Monte do Templo, até a Igreja do Santo Sepulcro, o local tradicional mais antigo da crucificação e do sepultamento. Porém, o local visitado pela grande maioria dos cristãos conservadores contemporâneos é o Jardim do Sepulcro, localizado perto da Porta de Damasco.
O que realmente aconteceu no caminho para a cruz? E como meditar sobre as verdades da Escritura nos fortalece com a segurança do amor incondicional de Deus por nós? As Escrituras sobre a Via Dolorosa são claras e simples, contudo são profundas. Na estrada para a cruz, a glória de Deus estava à mostra; o plano de salvação estava sendo realizado; e o amor de Jesus por você e por mim foi demonstrado: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1Pe 3.18).
O sofrimento de Jesus começou no Jardim do Getsêmani; continuou em Sua prisão, nos julgamentos religioso e civil que Ele foi forçado a suportar, e nos açoites desumanos que sofreu dos soldados romanos, quando o governador romano Pôncio Pilatos buscava despertar a simpatia das multidões. A seguir, Pilatos “O entregou para ser crucificado” (Jo 19.16) e, “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram” (Lc 23.33).
A Bíblia registra quatro cenas principais, cada uma das quais mostra uma preciosa qualidade do Cordeiro de Deus e Seu notável amor por nós.

Dependência

Quatro soldados formavam o esquadrão padrão para uma crucificação. “Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte” (Jo 19.23).

"Tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, (...) tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Fp 2.7-8). O Homem de Dores experimentou a fraqueza do ser humano por amor a você e a mim.
A primeira parada no caminho para o Calvário foi o pátio do Pretório, a residência oficial do governador. Então, “os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte” (Mt 27.27). Esta provavelmente era a Fortaleza Antônia, ao lado do Templo. Até aos dias de hoje, antigos jogos romanos entalhados no pavimento do pátio podem ser vistos. Os 200 ou mais soldados de “toda a guarnição” decidiram ter ali algum divertimento cruel, antes que começasse o trabalho sério da crucificação.
Famosos por sua brutalidade, eles expressaram sua própria depravação e ódio por Israel ao debocharem do “Rei dos Judeus”. Eles O despiram, vestiram-nO com um manto vermelho para mostrar uma falsa realeza (provavelmente uma capa que havia sido descartada por algum oficial), fizeram uma coroa de espinhos (que nos faz lembrar da maldição do pecado sobre a terra), e Lhe deram uma vara por “cetro”. Depois, fizeram-Lhe reverências motejando dEle com cumprimentos de realeza; repetidas vezes cuspiram em Seu rosto mostrando seu desprezo por Ele; repetidamente, bateram em Sua cabeça com a vara, fazendo com que os espinhos agudos da coroa entrassem cada vez mais dolorosamente em Seu crânio; e bateram em Seu rosto com suas mãos calejadas.
Quão irônico é que meras criaturas tenham tido permissão para atormentar seu Criador, o verdadeiro Rei do Universo! Todavia, Ele, “Quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1Pe 2.23). Jesus entregou-Se a Seu Pai, confiando que o Juiz de toda a terra deixaria todas as coisas certas no final. O amoroso Senhor Jesus dependeu totalmente de Seu Pai para que pudesse pacientemente suportar a rejeição vinda de Suas próprias criaturas.

Humanidade

Não sabemos por quanto tempo continuou o escárnio; mas, depois dele, a marcha em direção à execução foi reiniciada. A despeito de Suas machucaduras, Jesus, Ele mesmo, carregava Sua cruz (Jo 19.17), a trave de cerca de 50 quilos que homens condenados carregavam.
No entanto, as Escrituras dizem que os soldados recrutaram Simão, um cireneu, que estava entrando em Jerusalém, vindo do interior, para terminar a tarefa. Claramente, os soldados, que haviam tão cruelmente abusado de Jesus, jamais teriam usado Simão se houvesse a possibilidade de o próprio Jesus, cambaleando por causa da exaustão, tortura e perda de sangue, pudesse ter arrastado o peso por si mesmo.
Jesus não foi um sofredor super-humano. Ele estava exausto – um verdadeiro membro da humanidade, “Tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, (...) tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.7-8). O Homem de Dores experimentou a fraqueza do ser humano por amor a você e a mim.

Solidariedade

O Evangelho de Lucas diz que grandes multidões seguiam a Jesus, inclusive mulheres, cujos corações estavam sofrendo ao vê-lO seguir em direção à crucificação. Ele voltou-Se para elas e disse palavras compassivas de admoestação: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram. Nesses dias, dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos!” (Lc 23.28-30).
Esta foi a sexta admoestação a Jerusalém, que Lucas registrou, vinda dos lábios do Messias de Israel. Esterilidade era considerada uma maldição; mas Jesus sabia que, quando os romanos queimassem Jerusalém, no ano 70 d.C. (e quando ela for novamente devastada durante a Tribulação), não ter filhos para enfrentar tamanha batalha seria uma bênção. Seria melhor ser moído debaixo de pedras do que enfrentar tamanha agonia.
A pergunta final de Jesus foi uma máxima para dizer que, se Ele estava experimentando tamanho sofrimento sem o merecer, mais terrível seria o julgamento que aqueles que o merecem irão enfrentar: “Porque, se em lenho verde fazem isto, que será no lenho seco?” (v.31).[1]
O Profeta, Sacerdote e Rei foi movido de compaixão para parar e emitir um aviso profético, mesmo em meio ao estresse de estar seguindo o caminho para a cruz. Oh!, como Ele ama a você e a mim!

Persistência

Seis meses antes, Jesus havia dito aos apóstolos que Ele seria morto. Disse também:“Ninguém a tira [minha vida] de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la” (Jo 10.18).
Tudo em Seus meses, semanas e horas finais mostravam Seu absoluto compromisso de cumprir o plano de Seu Pai como o Cordeiro de Deus.
Quando Jesus finalmente chegou ao Gólgota, onde seria crucificado, ofereceram-Lhe uma bebida de vinho misturado com mirra ou fel, usada como forte sedativo. O Talmude judeu diz que as mulheres nobres de Jerusalém costumavam doar essa bebida e trazê-la às crucificações.[2] “Deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber” (Mt 27.34). O Messias estava tão determinado a manter Seus sentidos aguçados à medida que pagava o preço pelo nosso pecado que Se recusou a tomar qualquer coisa que diminuísse Sua agonia. Seu amor por nós foi total e persistente, resoluto.
O caminho para a cruz foi completo. Em horrível simplicidade, as Escrituras afirmam:“Depois, O crucificaram” (v. 35). Durante todo o percurso, nosso Salvador demonstrou Sua dependência, humanidade, solidariedade e persistência. O Pai foi totalmente glorificado através do Servo Sofredor.
Na próxima vez que as circunstâncias tentarem você a duvidar do amor de Deus, pegue uma Bíblia e siga ao lado do seu Senhor no caminho que Ele percorreu para a cruz, à medida que sofreu por você. A experiência poderá mudar a sua vida. (Mark Johnson — Israel My Glory — Chamada.com.br)

Notas:

  1. I. Howard Marshall, The Gospel of Luke (O Evangelho de Lucas), (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1978), 865.
  2. Leon Morris, The Gospel According to Matthew (O Evangelho Segundo Mateus), (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1992), 715.

FONTE:

http://www.chamada.com.br/mensagens/caminho_cruz.html


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

"TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"



“...tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13).

É muito fácil entender mal um versículo assim. O lemos e imediatamente pensamos em centenas de coisas que não conseguimos fazer. No mundo físico, por exemplo, pensamos em alguma acrobacia ridícula que exigiria poderes sobre-humanos. Ou pensamos em alguma grande proeza mental que está muito além de nós. Então estas palavras se tornam uma tortura para nós, ao invés de um conforto.
O que o versículo na verdade quer dizer, claro, é que o Senhor nos dará poder para fazer qualquer coisa que Ele queira que façamos. Dentro do círculo da Sua vontade não há impossibilidades.
Pedro sabia deste segredo. Ele sabia que, por si só, não poderia andar sobre as águas. Porém, também sabia que se o Senhor lhe havia dito para fazê-lo, ele conseguiria. Assim que Jesus disse “Venha”, Pedro saiu do barco e caminhou sobre as águas até Ele.
Normalmente uma montanha não vai se lançar ao mar ao meu comando. No entanto, se esta montanha estiver entre mim e o cumprimento da vontade de Deus, então posso dizer “Saia do caminho” e ela o fará.
O ponto central é que “Sua vontade é Sua capacidade”. Portanto, Ele proverá a força para enfrentarmos qualquer desafio. Ele me capacitará para resistir a cada tentação e vencer cada hábito. Ele me fortalecerá para ter uma vida de pensamentos limpos, motivos puros e para sempre fazer aquilo que agrada ao Seu coração.
Se não tenho forças para fazer algo, se me vejo ameaçado por um colapso físico, mental ou emocional, então eu talvez deva questionar-me se por acaso entendi mal Sua vontade e estou seguindo meus próprios desejos. É possível fazer para Deus o que não é de Deus. Tais obras não carregam a promessa do Seu poder.
Por isso é importante saber que estamos seguindo a corrente do Seu plano. Então podemos ter a alegre certeza de que Sua graça irá nos sustentar e capacitar.





segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A SEXUALIDADE DO CASAL CRISTÃO...




Segundo pesquisas brasileiras, um
terço das mulheres nunca experimentaram o orgasmo e outro um terço, chegaram ou chegam ao orgasmo em algumas relações sexuais.

Partindo do pressuposto cristão de que as relações sexuais devem se dar no contexto do casamento (Hb 13.4) queremos fazer algumas reflexões sobre o tema.


Em primeiro lugar, como cristãos devemos deixar de lado a idéia de que não temos direito a essa bênção. O cristianismo foi influenciado negativamente pela teologia agostiniana que afirmava ser o sexo um mal necessário. 


Precisamos cultivar a idéia de que Deus criou o sexo para a procriação, é verdade, mas também o criou para que homem e mulher sentissem prazer no corpo um do outro. Para fortalecer essa ideia, Deus fez com que o livro de Cantares de Salomão fosse incluído na lista dos livros inspirados.


Em segundo lugar, a construção da satisfação sexual deve passar por nós mesmos. Refiro-me à importância de cada um conhecer seu próprio corpo. Conhecer, por exemplo, os seus órgãos sexuais, suas áreas erógenas mais sensíveis. Não estou me referindo à masturbação. Conhecer seu próprio corpo se dá quando nos tocamos, quando lemos a respeito da sexualidade humana.



Em terceiro lugar, o casal que deseja experimentar o prazer sexual deve praticar a comunicação franca sobre o que lhe causa prazer e o que lhe desagrada. Quando um casal mantém um diálogo aberto sobre sua vida sexual, com certeza terão muito prazer.



Outro fator importante é saber que ambos, marido e esposa, têm direito a esse prazer sexual. Paulo, o apóstolo, deixou esse ensinamento quando escreveu que o marido deve proporcionar prazer sexual à sua esposa e essa ao marido (1Co 7.3). 


Como afirmamos anteriormente, parece-nos que esse privilégio tem sido, na sua maioria, só dos homens. 


Por último, não devemos associar o prazer sexual somente ao orgasmo. Sem dúvida, o orgasmo é o topo do prazer, mas para chegar a esse topo o caminho também é muito prazeroso e deve ser vivenciado intensamente pelos casais.


À luz dessas reflexões, termino lembrando o texto de Eclesiastes 9.7: “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da sua vida...”

Por Gilson Bifano


FONTE: http://www.montesiao.pro.br/estudos/familia/sexualidade/prazer_cristao.html: 


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A BANALIZAÇÃO DO CASAMENTO NOS DIAS ATUAIS




Nos dias de hoje, o que mais vemos é a banalização de tudo o que é moral. A banalização sexual, moral, ética, vital. Banalizam, também, os papéis hierárquicos, tirando a autoridade dos pais, professores, policiais, presidentes. Até Deus tem sido banalizado. Tudo em nome de uma rejeição ao "moralismo" e ao conceito de "normal" que nos foi imposto. Pergunto o que seria de nós se não tivesse sido imposto estes conceitos de moralidade. Será que não são eles mesmos quem nos permite à liberdade sem perder a compostura?

Pois bem. No auge da banalização está a família. Hoje os conceitos de família estão sendo destruídos inventados. Hoje é família relacionamentos homo-afetivos com filhos adotivos; hoje é família a bigamia; hoje é família apoiar a filha ao aborto; hoje é família os pais terem de ceder suas camas para os filhos dormirem com os namorados... Se você não está neste conceito de família, cuidado: você é um retrógrado, um fanático religioso e um moralista de mão-cheia.

A questão é que o casamento, conforme o parágrafo citado no Catecismo, foi elevado a Sacramento por Cristo Jesus. Isso quer dizer que o Senhor não apenas abençoou o matrimônio, mas o colocou como sinal. O matrimônio entre um homem e uma mulher não é apenas um sim livre de ambos, e sim, a representação do casamento entre Cristo e Sua Igreja. E este sinal não foi apenas evidenciado pelo Senhor para fortificá-lo, e sim, santificá-lo.

Cristo, que é Deus e Senhor, abriu mão de toda a Sua Glória e fez-se homem, habitou em meio a nós e em tudo fez-se humano, exceto no pecado. Sendo Deus, desceu até o mais baixo nível da humilhação a fim de nos livrar de toda e qualquer amarra com o Inimigo. Fez isso por amor, e também para que entrássemos em Seu Reino Eterno, onde a alegria não terá fim. Isto é para nós a lição que é o matrimônio. Casar é santificar o outro, abençoar o outro, ceder pelo outro, dar-se pelo outro, querer para o outro tudo o que se espera para si (sem saber se receberá em troca). Só é possível fazer isso se o fizer com amor. E amor é uma atitude da Razão. Jamais a Emoção é capaz de suportar tantas coisas em nome do bem ao outro.

Por que estou falando tudo isso? Porque no Rio Grande do Sul um casal resolveu casar-se no religioso vestidos de Fiona e Shrek. É isso mesmo o que você leu: Fiona e Shrek. Não acredita? Clique aqui e veja. Teria muitas coisas a dizer sobre este evento, porém, vou me ater àquilo que penso ser o mais importante.

Em primeiro lugar, a nossa sociedade precisa entender que o casamento não é um evento social. A gente não vai lá se mostrar àquela vizinha que jurava que iríamos ficar pra titia. Casamento é um compromisso seríssimo! É pra sempre! Já pensou nisso? Então não dá pra você fazer um casamento baseado num conto de fadas. Quem vai assumir o compromisso é você (e juntamente, seu cônjuge). Como se fará isso se sobem ao altar dois personagens, e não os verdadeiramente interessados nisso? Quem casou neste dia? Os personagens das fábulas? O casal sulista?

Em segundo lugar, casamento não é conto de fadas - e os casados que o digam! - . Casamento é Calvário. Cruz. O "felizes para sempre" é uma enorme deturpação da realidade. Não que casamento seja infelicidade. Não é isso o que digo. O que digo é casamento não é mar-de-rosas, nem tem nada a ver com "E o Vento levou". E tudo isso porque, para fazer a felicidade do outro, temos, às vezes, que ser infelizes. Há situações em que queríamos fazer tal coisa que o outro não quer. Por amor, cedemos. Há momentos em que o cônjuge está completamente perdido, trazendo infelicidades, desrespeitos, dor... E a gente tem que suportar em nome do amor, dos votos feitos, da promessa feita a Deus diante das testemunhas. Mais que isso: em nome do amor que temos pelo outro. Como, então, achar que o matrimônio pode ser comparado a um conto de fadas? Nem aqui, nem no País das Maravilhas...

(...)


FONTE: 



quinta-feira, 25 de junho de 2015

A CRUZ É IMPORTANTE


" E sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si  mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!"
 FILIPENSES 2:8


A cruz se coloca na linha do tempo da história como um diamante de destaque. Sua tragédia reúne todos os sofredores. seu absurdo atrai todos os cínicos. Sua esperança seduz todos os que buscam.
E, de acordo com Paulo, a cruz é o que importa: "Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras". (1 Co 15:3).
Puxa, que pedaço de madeira!
A história a idolatrou e a desprezou, revestiu-a de ouro e a queimou, usou-a e jogou-a no lixo. A história fez tudo; menos ignorá-la.
Essa é a opção que a cruz não oferece.
Ninguém pode ignorá-la!
Você não pode ignorar um pedaço de madeira que levanta o maior clamor da história. Um carpinteiro crucificado que afirma ser Deus na terra? Divino? Eterno? O matador da morte?
Não é surpresa que Paulo a tenha chamado de " o centro do Evangelho". Seu resumo é impressionante: se o relato for verdadeiro, é o ponto crítico  da hist´ria. Ponto final. Se  não for, não passa de um boato.
 É por isso que a cruz é o que importa.



FONTE:

LEITURAS DIÁRIAS COM MAX LUCADO



sexta-feira, 19 de junho de 2015

IMITANDO A DEUS....




"O ressentimento mata o insensato, e a inveja destrói o tolo".
Jó 5:2


Algumas pessoas parecem ter sido agraciadas com glândulas de misericórdia. Elas secretam perdão, nunca armazenam ressentimento nem relatam suas feridas. Outros de nós (será a maioria de nós?) acham difícil perdoar os fornecedores de dor em nossa vida.
Ora, é claro que perdoamos o ofensor eventual. Deixamos de lado aquele que pega a vaga no estacionamento, os que faltam a encontros e até mesmo o batedor de carteira. Podemos deixar para lá essas contravenções, mas os delitos? Os criminosos reincidentes? Aqueles que levam nossa juventude, nossa aposentadoria, nossa saúde?
Você consegue perdoar a escória que machuca você?
Deixar de fazer isso pode ser fatal.
 "O ressentimento mata o insensato, e a inveja destrói o tolo". (Jó 5:2).
A vingança fixa nossa atenção nos momentos mais horríveis da vida. Guardá-la  na lembrança congela o olhar nos eventos cruéis do passado.
É para lá que você deseja olhar?
Repassar e reviver suas feridas faz de você uma pessoa melhor?
De jeito nenhum. Isso destruirá você.

FONTE:

LEITURAS DIÁRIAS COM MAX LUCADO



domingo, 26 de abril de 2015

PENSAMENTOS POSITIVOS...


"Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida".

Provérbios 4:23



Dois tipos de vozes comandam sua atenção hoje. As negativas enchem sua mente de dúvida, amargura e medo. As positivas fornecem esperança e força. A qual delas você dará atenção?
Você sabe que tem uma escolha.

"Levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo".
(2 Co 10:5)

Você permite que qualquer pessoa que bater à porta entre em sua casa? Não deixe que todo pensamento que surgir habite sua mente.
Leve-o cativo, faça-o obedecer a Jesus. Se ele se recusar, não pense nele.
Pensamentos negativos nunca fortalecem você.
Quantas vezes você dispersou um congestionamento na rua com suas reclamações? Resmungar das contas faz com que elas despareçam? Por que murmurar diante de dores, problemas e tarefas?



FONTE:


LEITURAS DIÁRIAS COM MAX LUCADO